Experiência de quase morte ocorre quando a alma deixa o sistema nervoso e entra no universo, afirmam 2 especialistas em física quântica

alma

A experiência de quase morte acontece quando a substância quântica que forma a alma deixa o sistema nervoso e entra no universo como um todo, de acordo com uma notável teoria proposta por dois cientistas eminentes.

De acordo com essa ideia, a consciência é como um programa de computador quântico no cérebro, que pode persistir no universo mesmo após a morte, explicando as percepções daqueles que têm experiências de quase morte.

Dr. Stuart Hameroff, professor emérito do Departamento de Anestesiologia e Psicologia e Diretor do Centro de Estudos da Consciência da Universidade do Arizona, tem estudado essa teoria há mais de 15 anos.

Baseado numa teoria quântica da consciência, ele e o físico britânico Sir Roger Penrose desenvolveram a teoria de que o que sustenta a nossa alma está contido dentro de estruturas chamadas microtúbulos dentro das células cerebrais.

Eles argumentam que a nossa experiência da consciência é o resultado de efeitos da gravidade quântica nesses microtúbulos, uma teoria que eles batizaram como Redução Objetiva Orquestrada (Orch-OR).

Assim, afirma-se que a nossa alma é mais do que a interação dos neurônios no cérebro. Ela é de fato, construída da mesma estrutura do universo – e pode ter existido desde o início dos tempos.

O conceito é semelhante à crença budista e hindu de que a consciência é parte integrante do universo – e talvez seja tudo o que existe no universo, uma posição semelhante ao idealismo filosófico ocidental.

Com essa crença, Hameroff diz que numa experiência de quase morte, os microtúbulos perdem seu estado quântico, mas a informação contida nele não é destruída. Ao invés disso ela simplesmente deixa o corpo e retorna ao universo.

Dr. Hameroff disse à Science Channel no documentário Through the Wormhole:

“Vamos dizer que o coração para de bater, o sangue para de fluir, os microtúbulos perdem seu estado quântico. A informação quântica dentro dos microtúbulos não é destruída, não pode ser destruída, mas ela é distribuída e se dissipa ao universo em geral. Se o paciente é ressuscitado, essa informação quântica pode voltar aos microtúbulos e o paciente afirma: ‘Tive uma experiência de quase morte'”.

Ele acrescenta ainda: “Se o paciente não é ressuscitado e morre, é possível que esta informação quântica possa existir fora do corpo, talvez indefinidamente, como uma alma”.

A teoria Orch-OR foi alvo de fortes críticas e permanece controversa entre a comunidade científica.

O físico da MIT, Max Tegmark é apenas um dos muitos cientistas que o desafiaram em um artigo do ano 2000 publicado pela Huffington Post e que é amplamente citado pelos seus adversários.

No entanto, recentemente o Dr. Hameroff acredita que as pesquisas em física quântica estão começando a validar o Orch-OR, com efeitos quânticos recentemente sendo mostrados para suportar muitos processo biológicos importantes, como o olfato, a navegação das aves e a fotossíntese.

 

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